PROGRAMA CAD – Fase 4

Esta fase do Programa teve por objetivo desenvolver uma metodologia científica para o diagnóstico, a recuperação e o monitoramento das bacias hidrográficas como ação mitigadora do assoreamento e da poluição no Estuário de Paranaguá, a fim de ser incorporada nos processos de licenciamento ambiental das dragagens portuárias. Para atingir este objetivo foram escolhidas as bacias hidrográficas do Rio Pequeno, em Antonina (Figura 1) e do Rio Sagrado, em Morretes (Figura 2) como projetos pilotos.

Nesta fase o mapa de solos da área de abrangência da pesquisa foi detalhado da escala 1:650.000 para 1:50.000 (Figura 3), cujos resultados se encontram Paula e Santos (2008) . Realizar este detalhamento foi imprescindível à identificação das áreas prioritárias à preservação e recuperação ambiental, sobretudo, quando se enfatiza o monitoramento dos processos erosivos, e conseqüentemente, do assoreamento dos rios e do estuário. A metodologia proposta para a delimitação das áreas prioritárias supracitadas, está detalhadamente descrita em Paula e Cunico (2008) .

Carta Pedológica Potencial da área de drenagem da Baía de Antonina

Ainda no que concerne à identificação das áreas prioritárias, foram delimitadas as Áreas de Preservação Permanente (APP’s) em toda a bacia hidrográfica, em conformidade com o Código Florestal Brasileiro e resoluções CONAMA pertinentes, bem como de acordo com as exigências do SISLEG (legislação estadual). Deve-se ressaltar que a espacialidade e condições das áreas de APP’s na bacia do Rio Pequeno (Figura 4) são tratadas Paula e Cavallet (2008) . Na Figura 5 tem-se a delimitação das APP’s na bacia do Rio Sagrado.

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