Turismo e Patrimônio

Antonina possui um grande potencial turístico, seja por sua arquitetura, cultura ou beleza natural, porém o fluxo de turistas é sazonal, concentra-se nos meses de fevereiro/março (carnaval), julho (Festival de Inverno) e agosto (Festa da Padroeira). A cidade tem potencial para de ter um fluxo contínuo de turistas, principalmente estar próxima a capital.

Um fato que afastou por um período os turistas foram as chuvas de março de 2011 que causaram enchentes e deslizamentos em vários municípios do litoral paranaense deixando o mesmo isolado. Antonina foi mais afetada por deslizamentos. Iniciativas de diversos grupos e empresários mudaram pouco a pouco este cenário e impulsionaram a atividade, mas não necessariamente, tornaram esta situação permanente.

Antonina é lembrada pela sua rica biodiversidade, o complexo estuarino, a serra, encontrar-se em meio a Floresta Atlântica sempre foi um atrativo, todavia o ecoturismo no município é incipiente.

O tombamento de Antonina como patrimônio histórico nacional também pode ser outro fator de atravidade: Mas como utilizar o tombamento como um diferencial turístico da cidade? A restauração do Centro Histórico e do Complexo Matarazzo podem impulsionar o turismo? Como fazer esta restauração? O tombamento permite que o município acesse recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) das cidades históricas. Como conseguir e utilizar este recurso?

Cabe aqui também refletir sobre como fortalecer o turismo no município tendo uma oferta contínua, diferenciada e diversificada. Torná-lo competitivo desenvolvendo suas potencialidades e  integrando esta oferta a outros destinos procurados como Ilha do Mel e Morretes.

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